Projeto Inovamaçã articula estratégias para a modernização do setor
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Com a segunda reunião de trabalho da equipe, após a liberação dos recursos, começou oficialmente a implementação do INOVAMAÇÃ, projeto que visa manter a competitividade da cadeia produtiva da maçã. Todas as ações previstas buscam inovações tecnológicas para a modernização do setor da maçã. Fazem parte do plano de trabalho atividades voltadas à proteção vegetal, à implementação de inovações tecnológicas para pomares de qualidade e à fisiologia vegetal e tecnologia pós-colheita. O projeto é coordenado pela Embrapa Uva e Vinho e executado juntamente com a Epagri (Estações Experimentais de Caçador e São Joaquim, SC), UDESC (CAV/Lages, SC), Embrapa Clima Temperado e ESALQ/USP. Nesta segunda reunião, ocorrida em junho, foram tratadas as estratégias técnicas de pesquisa, visando o cumprimento de um total de 19 metas que envolvem, por exemplo, a definição de métodos para controle de pragas, formas de avaliar a eficiência desses meios de controle e outras alternativas para a melhoria e excelência da produção. O coordenador do projeto, pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Gilmar R. Nachtigall sintetiza a importância do trabalho para a manutenção da competitividade. "Os gargalos tecnológicos existentes no setor indicam que muitas soluções dependem do aprofundamento do conhecimento a respeito dos fatores limitantes da produtividade da macieira. Também são necessários investimentos para a modernização da estrutura de produção, buscando tecnologias para estabelecer um novo sistema de plantio e de condução de pomares, com atenção às mudanças climáticas regionais", destaca o coordenador. O INOVAMACÃ começa a ser implementado agora, mas desde 2006 foram estabelecidas estratégias para a organização deste projeto de pesquisa multinstitucional e multidisciplinar afim de atender estas demandas tecnológicas. O INOVAMAÇÃ tem um valor de execução de R$ 741.959,70, sendo custeado pelas seguintes instituições: Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os trabalhos envolverão mais de 30 pesquisadores de diferentes áreas e serão desenvolvidos ao longo de dois anos, com cumprimento de metas programado para curto, médio e longo prazo. Os primeiros resultados técnicos serão apresentados no próximo mês de setembro, em data e local a serem definidos. |
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Data Edição: 10/08/07 |
