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ABANORTE sinônimo de desenvolvimento regional sustentável

A Abanorte (Associação Central dos Fruticultores do Norte de Minas), ao longo de 18 anos de atuação tem se destacado com resultados muito positivos para a fruticultura, alcançou alta credibilidade e legitimidade como representante da classe

Com globalização e a velocidade espantosa das mudanças no mundo, torna-se fundamental uma governança efetiva para o nosso setor atingir o sucesso. O propósito de promover a fruticultura irrigada através do fortalecimento do associativismo e da articulação dos interesses públicos e privados fica fortalecido e com maior probabilidade de ser alcançado com a robusta participação do ator principal na cadeia produtiva das frutas: o Produtor Rural.

Cumprindo este papel com excelência, a Abanorte (Associação Central dos Fruticultores do Norte de Minas) que, ao longo de 18 anos de atuação tem se destacado com resultados muito positivos para a fruticultura, alcançou alta credibilidade e legitimidade como representante da classe, nas instituições governamentais e nos órgãos de fomento do setor nas esferas municipais, estadual e federal.

Pela sua trajetória de importantes conquista, a Abanorte tem atraído novos parceiros que maximizam as forças para o desenvolvimento de grandes projetos que corroboram para a melhoria da competitividade alicerçada na sustentabilidade socioambiental do APL de Fruticultura na região.

O Norte de Minas atravessa um momento único, onde a união de produtores, stakeholders e demais entidades ligadas à cadeia produtiva de frutas, são destaque na consolidação das parcerias existentes e na chegada de novos parceiros, que somados aos importantes projetos em andamento junto ao Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Exportaminas, Pólo de Inovação, entre outros, tornarão a Abanorte cada vez mais atuante e forte na representação dos interesses institucionais da fruticultura regional.

Dentre os macro projetos em andamento, como o Programa de Apoio à Melhoria da Competitividade do APL de Fruticultura de Jaíba e Região, o Projeto Perecíveis, Pólo de Inovação, Projeto GEOR Bananicultura e Citricultura e o Projeto Manga Madura para Consumo, que impulsionam a região que atualmente é reconhecida como um dos principais pólos de fruticultura do Brasil, cada produtor passa a ter um papel fundamental nestas iniciativas, pois a postura profissional demonstra aos parceiros que aqui se estabelecem a grandeza da fruticultura regional. Contudo, é a união da classe que será a mola propulsora do desenvolvimento sustentável tão importante para que o Norte de Minas melhore seus índices de desenvolvimento socioeconômico através da geração de renda para os empreendedores e a distribuição dessa renda. É isso que queremos: atividade economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta. Diversificação da fruticultura é estratégia de sucesso na região.

Ser o maior pólo produtor de frutas do Estado, essa é a vocação e missão do Norte de Minas Gerais, região que tem alavancado o desenvolvimento sustentável através da fruticultura. A atividade iniciou-se a partir da década de 80, impulsionada pelo plantio da banana prata, principalmente nos Distritos Públicos de Irrigação, como Estreito, Gorutuba, Jaíba, Lagoa Grande, Pirapora e diversos projetos particulares, que atualmente têm cultivados cerca de 12.000 hectares da fruta.

No mesmo ritmo crescem culturas importantes como limão thaiti, manga (Palmer, Tommy e Haden), além do mamão formosa, que juntos somam mais de 8.000 hectares cultivados. As características edafoclimáticas ideais para a produção de frutas nos possibilita oferecer aos mercados interno e externo, frutas com excepcional qualidade, livre de resíduos químicos, alicerçada nos pilares do ecologicamente viável.

A diversificação é uma importante ferramenta na diluição de riscos do negócio e também uma alternativa que proporciona a inserção e o fortalecimento da agricultura familiar como importante elo da cadeia produtiva no contexto econômico. Aproximadamente 30% dos produtores instalados na região possuem cultivos pequenos, mais fáceis para a implementação de novas espécies que demandam muita mão de obra, proporcionando a melhoria da renda e da qualidade de vida desses produtores e gerando renda para a região.

Atendendo aos mais exigentes mercados globais, pequenos produtores tem buscado de forma conjunta a certificação Global GAP, como forma de garantir a continuidade das exportações ao Continente Europeu. Essa certificação, além de melhorar a gestão interna da propriedade, proporciona melhores resultados financeiros para o produtor e ajuda a regular a oferta de produtos frutícolas no mercado interno, atenuando as oscilações drásticas de preços que tanto afetam a renda desses agricultores. Somente a fruticultura no Norte de Minas gera 60.000 empregos diretos e indiretos e impulsionando os demais setores econômicos, pois a receita gerada pela produção frutícola é reinventada na região, seja no aumento da capacidade produtiva, na mão-de-obra, implementos agrícolas, novas tecnologias ou no comércio local, assumindo assim importante papel como vetor do desenvolvimento socioeconômico.

 

Fonte: Revista Mais

Publicada: 20/04/2011

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