Doenças da Bananeira
No cultivo da bananeira as doenças constituem a maior preocupação, tendo em vista as perdas que vem sendo atribuídas a elas.
1 - Introdução
No cultivo da bananeira as doenças constituem a maior preocupação, tendo em vista as perdas que vem sendo atribuídas a elas. Sendo assim é de extrema importância identificar cada doença e conhecer as formas de controle hoje disponíveis. Neste trabalho serão apresentadas as principais doenças da cultura, descrevendo-as quanto ao agente causal, sintomatologia, interações com o ambiente e formas de controle.
2 - Doenças fungicas
2.1 - Sigatoka amarela
A sigatoka-amarela também conhecida como mal-de-sigatoka e cercosporiose é causada pelo fungo Mycosphaerella musicola, Leach, a forma perfeita ou sexuada de Pseudocercospora musae, que corresponde a forma imperfeita ou assexuada do mesmo fungo (KON et al., 2008).
É uma das mais importantes doenças da bananeira e apresenta distribuição endêmica no País. Três fatores climáticos são determinantes para que ocorra infecção, chuva, orvalho e alta temperatura (BORGES & SOUZA, 2004).
Os sintomas iniciais aparecem como uma leve descoloração em forma de ponto entre as nervuras secondárias da segunda a quarta folha, a partir da “vela”. Essa descoloração aumenta formando estrias amarelas, que posteriormente passam para marron, evoluindo para manchas pretas, necróticas, circundadas por um halo amarelo (KIMATI et al. , 2005).
Os prejuízos causados por Sigatoka-amarela são resultados da morte precoce das folhas e do conseqüente enfraquecimento da planta, com reflexos imediatos na produção. Altos níveis de doença provocam ainda, diminuição do número de pencas e do tamanho dos frutos, maturação precoce dos frutos no campo, enfraquecimento do rizoma e perfilhamento lento (KON et al., 2008).
2.2- Sigatoka negra
O fungo causador é um ascomiceto conhecido como Micosphaerella fijiensis (Paracercospora fijiensis), foi descrita pela primeira vez nas Ilhas Fiji, vale de Sigatoka, em 1963, com o nome de estria negra. Em 1972 provocou a primeira epidemia em Honduras, destacando-se pela sua maior agressividade, a partir daí, sua disseminação nas Américas Central e do Sul. (KIMATI et al. , 2005).
É a doença da bananeira mais grave e temida no mundo, sendo constatada no Brasil em 1998, no estado do Amazonas (BORGES & SOUZA, 2004).
Trata-se de uma doença altamente destrutiva da cultura banana e ataca quase todas as cultivares de bananeira utilizadas para a comercialização (MENDES et al., 2007).
O desenvolvimento das lesões e a disseminação dos esporos são bastante influenciados por fatores ambientais como umidade, temperatura e vento. Possui maior taxa de progresso da doença que a Sigatoka-amarela, razão pela qual esta tende a desaparecer em cerca de três anos após o surgimento da Sigatoka-negra (BORGES & SOUZA, 2004).
O sintoma inicial da doença apresenta-se como uma pequena descoloração ou despigmentação só observada na face inferior da folha, incluindo uma pequena estria de cor café dentro da área descolorida. Em seguida a estria aumenta em diâmetro e comprimento, mantendo-se de cor café. Os sintomas então evoluem para a cor preta, já sendo considerada uma mancha. Esta mancha apresenta-se rodeada por uma halo amarelo. No fim do período de desenvolvimento da doença as manchas ficam deprimidas, com coloração cinza claro, onde se observam os esporos do fungo (CORDEIRO , 2000).
Os danos provocados pela doença são similares aos causados pela Sigatoka-amarela, porém com maior intensidade (BORGES & SOUZA, 2004).
Outro efeito imediato provocado pela presença da doença é o aumento do custo do controle, em função do maior número de aplicações de defensivos, requeridos para o seu controle. Outro fator preocupante é o aumento do espectro de variedades atingidas pela doença, que ataca severamente a banana maçã (medianamente suscetível a Sigatoka-amarela) e as bananas tipo Terra (resistentes à sigatoka-amarela) (BORGES & SOUZA, 2004).
O controle é feito de maneira semelhante, tanto para Sigatoka-amarela, quanto para a negra.
Para o controle podem ser adotadas várias medidas, como o uso de variedades resistentes, a utilização de práticas culturais que reduzam as condições favoráveis ao desenvolvimento da doença, como o combate às plantas daninhas, desfolha sanitária, nutrição adequada e sombra, já que plantas mantidas na sombra apresentam pouca doença. O controle químico é ainda a principal arma para o controle das Sigatokas (BORGES & SOUZA, 2004).

2.3 - Mal-do-Panamá
O mal-do-Panamá é também conhecido como murcha de Fusarium ou fusariose da bananeira. A doença surgiu na região indo-malaia, região de origem do gênero Musa, afetando variedades suscetíveis, que mais tarde foram introduzidas no Novo Mundo, a partir da África. Há relatos de que, num período de 50 anos, mais de 40.000ha de terras cultivadas com banana foram abandonadas devido à fusariose, em toda a América Central e do Sul. Por esta razão, é considerada a doença mais devastadora, afetando plantações comerciais de banana no hemisfério ocidental entre os anos 1900 e 1960 (CORDEIRO & MATOS, 2003).
O mal-do-Panamá é causado por Fusarium oxysporum f. sp. cubense (E.F. Smith) Sn e Hansen. É um fungo de solo, onde apresenta alta capacidade de sobrevivência mesmo na ausência do hospedeiro, fato que provavelmente se deve à formação de estruturas de resistência denominadas clamidósporos. Existe também a hipótese da sua sobrevivência em estádio saprofítico, formando heterocários com linhagens não patogênicas de F. oxysporum (KIMATI et al. , 2005).
As principais formas de disseminação da doença são o contato dos sistemas radiculares de plantas sadias com esporos liberados por plantas doentes e, em muitas áreas, o uso de material de plantio contaminado. O fungo também é disseminado por água de irrigação, de drenagem ou de inundação, assim como pelo homem, por animais e equipamentos (CORDEIRO & MATOS, 2003).
As plantas infectadas por F. oxysporum f.sp. cubense exibem externamente um amarelecimento progressivo das folhas mais velhas para as mais novas, começando pelos bordos do limbo foliar e evoluindo no sentido da nervura principal. Posteriormente, as folhas murcham, secam e se quebram junto ao pseudocaule. Em conseqüência, ficam pendentes, o que dá à planta a aparência de um guarda-chuva fechado. É comum constatar-se que as folhas centrais das bananeiras permanecem eretas mesmo após a morte das mais velhas. Além disso, pode-se observar ainda em plantas infectadas: estreitamento do limbo das folhas mais novas, engrossamento das nervuras e, eventualmente, necrose do cartucho. Podem aparecer, próximo ao solo, rachaduras do feixe de bainhas. Internamente, através de corte transversal ou longitudinal do pseudocaule, observa-se uma coloração pardo-avermelhada provocada pela presença do patógeno nos vasos (CORDEIRO & MATOS, 2003).
A melhor forma de controle é o uso de variedades resistentes. Porém medidas preventivas devem ser adotadas, como evitar áreas com histórico da doença, utilizar mudas sadias, corrigir o pH do solo, dar preferência a solos com alto teor de matéria orgânica, manter as populações de nematóides sob controle, pois estes facilitam a penetração do fungo, manter sempre as plantas bem nutridas. Nos pomares em que a doença se manifestar recomenda-se a erradicação das plantas, evitando a propagação da doença na área de cultivo (BORGES & SOUZA, 2004).
2.4 - Manchas e podridões em frutos pré-colheita
Lesão-de-Johnston: É causada pelo fungo Pyricularia grisea. Os sintomas se apresentam como lesões escuras, deprimidas e redondas evoluindo para coloração parda a preta envoltas por um halo verde. As manchas são observadas em frutos com 60 a 70 dias (BORGES & SOUZA, 2004).
Mancha-parda: É causada por Cercóspora hayi, saprófita comum sobre folhas de bananeiras já mortas. Apresenta-se como manchas marrons sobre a ráquis, coroa e frutos. As manchas são irregulares envoltas por um halo de tecido encharcado. Aparecem em frutos com 50 dias ou mais (BORGES & SOUZA, 2004).
Mancha-losango: Considera-se como invasor primário Cercóspora hayi, seguido por Fusarium solani, F. roseum e possivelmente outros fungos. Inicia-se como uma mancha amarela sobre a casca do fruto verde. Posteriormente surge uma rachadura circundada por um halo amarelo. A extensão da mancha aumenta no centro, formando uma lesão em forma de losango. Aparecem quando os frutos estão próximos ao ponto de colhita (BORGES & SOUZA, 2004).
Pinta de Deightoniella: Causada pelo fungo Deightoniella torulosa. Os sintomas consistem em manchas pequenas, de coloração marron-avermelhada a preta com um halo verde-escuro. Os frutos são atacados com aproximadamente 10 a 30 dias e as pintas aumentam quando o fruto se aproxima da colheita (BORGES & SOUZA, 2004).
Ponta-de-charuto: Causada pelos fungos Verticillium theobramae e Trachysphaera fructigena. Caracteriza-se por uma necrose preta que começa no perianto e progride até a ponta dos frutos verdes. O sintoma faz lembrar as cinzas da ponta de um charuto, daí o nome da doença (MANICA, 1998).
O controle das manchas de pré-colheita nos frutos inclui desde a eliminação das folhas mortas ou em senescência e o ensacamento do cacho, até o controle químico, que só deve ser utilizado em frutos jovens como medida preventiva (BORGES & SOUZA, 2004).
2.5 - Podridões de pós-colheita
Podridão-da-coroa: Os fungos associados à doença são: Fusarium roseum, Verticilium theobramae e Gloeosporium musarum. Os sintomas apresentam-se pelo escurecimento dos tecidos da coroa, sobre a qual pode se desenvolver um micélio branco-acinzentado (MANICA, 1998).
Antracnose: Causada por Colletotrichum musae. É o mais grave problema na pós-colheita da banana. Embora se manifeste na fase de maturação, pode ter inicio no campo. Os frutos atacados amadurecem mais rápido que os sadios. Os sintomas se caracterizam por lesões escuras e deprimidas que aumentam de tamanho com a maturação dos frutos, formando grandes áreas necróticas (BORGES & SOUZA, 2004).
O controle das doenças de pos-colheita devem começar ainda no campo, com boas práticas culturais. Durante a colheita e transporte os frutos devem ser manuseados com cuidado, no sentido de evitar ferimentos. O controle químico pode ser feito por imersão ou por atomização dos frutos com suspensão de fungicida (BORGES & SOUZA, 2004).
3 - Doenças bacterianas
3.1 - Moko ou murcha-bacteriana
O Moko é causado pela bactéria Ralstonia solanacearum Smith (Pseudomonas solanacearum), raça 2. Existem cinco estirpes patogênicas (NOGUEIRA, 2008).
Segundo Stover (1972) e French (1986), apud Nogueira (2008) somente as estirpes SFR e A são disseminadas por insetos: abelhas irapuá e mosca das frutas (Drosophila spp).
Dependendo da estirpe e do vetor, a bactéria pode penetrar pelas raízes ou flores e em poucas semanas atinge o rizoma A sobrevivência no solo depende da estirpe, condições ambientais e hospedeiro, variando de 3 a 6 meses para as estirpes SFR, 12 a 18 meses, estirpe B, menos de 6 meses, estirpe D(NOGUEIRA, 2008).
Por ser uma doença vascular sistêmica pode atingir todos os órgãos da plantas, desde o estádio de brotação jovem até plantas em produção. Nas plantas adultas os sintomas podem ser confundidos com os do Mal do Panamá, todavia em plantas jovens, os sintomas internos nos rizomas, pseudocaule, engaços e frutos apresentam diferenças visíveis: não se formam estruturas reprodutivas, há amarelecimento, murcha e secamento progressivo das folhas a partir das mais novas, necrose do cartucho ou folha enrolada ou vela. Há quebra do pecíolo junto ao limbo foliar, diferenciando do Mal do Panamá, em que o pecíolo quebra junto ao pseudocaule (NOGUEIRA, 2008).
Em brotações ou filhos atacados os sintomas se manifestam em duas a quatro semanas enquanto que no caso do Mal do Panamá, é a partir de quatro meses de idade (BORGES & SOUZA, 2004).
Sintomas característicos podem ser observados em brotações ou filhos (chifre e chifrinho) que rebrotam após o corte, apresentando-se enegrecidos, ananizados e não raramente retorcidos. No sistema radicular observa-se apodrecimento das raízes, tornando-se escuras. Os sintomas internos na planta caracterizam-se por uma descoloração vascular no rizoma, pseudocaule, engaço e podridão da polpa do fruto (NOGUEIRA, 2008).
A principal forma de controle do moko é a detecção precoce da doença e a rápida erradicação das plantas infectadas e das plantas adjacentes. Recomenda-se em áreas de ocorrência do moko, que sejam efetuadas inspeções semanais do bananal, para a descoberta precoce de plantas doentes. A área erradicada deve permanecer em pousio por 12 meses, dependendo da linhagem da bactéria, podendo-se retornar o cultivo da bananeira no local (BORGES & SOUZA, 2004).
Outras medidas para o controle são desinfecção das ferramentas, eliminação do coração assim que as pencas tiverem emergido, plantio de mudas sadias, evitar capinas manuais ou mecânicas, substituindo pelo uso das roçadeiras e aplicação de herdicidas (BORGES & SOUZA, 2004).
3.2 - Podridão mole
Atribuída à bactéria Erwinia musa, é uma bactéria móvel, gram negativa, que forma colônias branco acinzentadas. Está associada a fatores de estresse devido ao excesso de umidade (BORGES & SOUZA, 2004). Os sintomas caracterizam-se pelo apodrecimento do rizoma, evoluindo da base para o ápice. Ao realizar o corte do rizoma ocorre liberação de material liquido e fétido. Na parte aérea os sintomas podem ser confundidos com os do moko ou do mal-do-Panamá. Normalmente ocorre amarelecimento e murcha das folhas, podendo ocorrer quebra da folha nomeio do limbo ou junto ao pseudocaule (BORGES & SOUZA, 2004). O controle se baseia em práticas culturais, como manejo correto da irrigação, evitando excesso de umidade no solo, eliminar plantas doentes, melhorar a estrutura e aeração do solo (MANICA, 1998).
4 - Doenças viróticas
4.1 - Mosaico da bananeira
O Cucumber mosaic virus (CMV), família Bromoviridae, gênero Cucumovirus é o agente causal do mosaico da bananeira e possui partículas isométricas, com cerca de 30nm de diâmetro, é o vírus mais comum na cultura (KIMATI et al. , 2005).
Os sintomas manifestam-se como estrias amarelas que se iniciam na nervura principal e se desenvolvem paralelas às nervuras secundárias, nas folhas mais velhas; podem causar estrias necróticas nas folhas, redução do limbo foliar dando-lhes uma aparência atrofiada e lanceolada; as plantas podem apresentar nanismo e necrose do cartucho central, embora o vírus possa ser transmitido pelos rizomas, as plantas infectadas podem produzir brotações de perfilhos com ausência dos sintomas do vírus. Nos frutos o vírus causa um entumescimento, provocando um sintoma conhecido como ‘marca de dedos’, a redução do tamanho e ainda a ocorrência de estrias amareladas ou necrose interna dos frutos (FREIRE et al., 2003).
Dentre as diversas medidas recomendadas para o controle do CMV, destacam-se a utilização de material propagativo sadio, erradicação das plantas com sintomas de mosaico, inspeções periódicas, controle químico dos afídeos vetores, eliminação de hospedeiras como Commelina spp.; Physalis spp; Ricinus communis; Cucumis spp.; Crotalaria spp. CMV (FREIRE et al., 2003).
4.2 - Estrias da bananeira
O Banana streak virus (BSV), família Caulimoviridae, gênero Badnavirus, é o agente causal das estrias-da-bananeira e possui partículas baciliformes medindo de 60 a 130nm de comprimento e de 24 a 35 nm de diâmetro (KIMATI et al. , 2005).
Os sintomas de estrias descoloridas ao longo das nervuras das folhas, inicialmente podem ser confundidos com aqueles causados pelo CMV, porém com o desenvolvimento da doença as estrias tornam-se necróticas ao longo do limbo foliar (COLARICCIO, 2009).
No Brasil foram relatadas quatro estirpes de BSV e este infecta principalmente, a variedade Mysore (FREIRE et al., 2003). O vírus não se transmite mecanicamente, portanto não é transmitido pelas ferramentas empregadas nos tratos culturais, e sim pela cochonilha dos citros Planococcus citri de forma semi-persistente, sendo transmitido também por semente, por material propagativo infectado, sendo que o vírus não é eliminado pela cultura de ápices meristemáticos, uma vez que o DNA do vírus pode ser incorporado ao genoma da planta (COLARICCIO, 2009). As medidas recomendadas para o controle do BSV são a utilização de material propagativo sadio, erradicação das plantas com sintomas, inspeções periódicas no pomar, controle químico dos afídeos vetores (COLARICCIO, 2009).
5 - Equipamentos utilizados para pulverizações na cultura da bananeira
5.1 - Via Terrestre
Termonebulizadores transportados por veículos e os portáteis, estão fora de uso. O uso de costais motorizados tem sido muito utilizado. A desvantagem é que este método é deficiente na cobertura na face inferior da folha. Pulverizadores tracionados ou acoplados em trator, são mais eficientes que os costais, só que necessitam de carreadores, e não operam bem em área de morros (NOGUEIRA, 2009).
5.2 - Via aérea
Avião: proporciona melhor cobertura tanto na face inferior como superior das folhas novas, atingem bem as plantas mais baixas, pulverizam grandes áreas em pouco tempo, sendo que o pouso deve ser próximo ao bananal (NOGUEIRA, 2009).
Helicóptero: melhor cobertura em relação ao avião, sua desvantagem é o custo elevado da manutenção. Tem como vantagem, facilidade na construção de campo de pouso, reduzindo as distâncias dos vôos (NOGUEIRA, 2009).
As pulverizações aéreas tem como desvantagem maior poluição ambiental.
6 - Referências bibliográficas
COLARICCIO, A. Principais medidas de convivência com viroses nacultura da bananeira – Musa spp. Instituto Biológico. São Paulo, 2009.
CORDEIRO, Z. J. M. & MATOS, A. P. de. Mal-do-Panamá: fim do bananal. Embrapa Mandioca e Fruticultura. Cruz das Almas, 2003.
FREIRE, F.C.O., CARDOSO, J.E., VIANA, F.M.P. Doenças de Fruteiras Tropicais de Interesse Agroindustrial. Embrapa Informações Tecnológicas, Brasília, DF, 687p. 2003.
KIMATI, H. et al. Manual de Fitopatologia. Doenças das plantas cultivadas. Volume 2, 4ª edição. São Paulo: Agronômica Ceres, 2005.
KON, I.; SEILER, M.; PERETTO, A.Controle de sigatoka-amarela (Mycosphaerella musicola, leach) na cultura da bananeira (musa sp) com o fungicida biológico serenade. In: Congresso Brasileiro de Fruticultura, Vitória, 2008.
MANICA, I. Bananas: do plantio ao amadurecimento. Porto alegre, 1998.
MENDES, L. B.; BEDIN, C.; LOPES, R. L. B.; BOSQUÊ, G.G. Ocorrência da sigatoka negra em banana (Musacea spp). Revista Científica Eletônica de Agronomia, n.12. 2007.
NOGUEIRA, E. M. de C. Moko ou murcha bacteriana da bananeira. Instituto Biológico, São Paulo, 2008.
NOGUEIRA, E. M. de C. Principais doenças da bananeira. Instituto Biológico. São Paulo, 2009.
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Artigo encaminhado ao TodaFruta para publicação em 26/06/10.
1Engenheira Agrônoma, mestranda em fruticultura pela UNESP – Botucatu. Endereço: Rua Crispiniano Crispim da Costa, n. 50, Vila Nova Itatinga. Itatinga, SP. CEP: 18690-000. elisaagrouems@hotmail.com
2UNESP. Faculdade de Ciências Agronômicas/Campus de Botucatu/SP. Departamento de Produção Vegetal. sarinel@fca.unesp.br
Data Edição: 30/07/2010
Fonte: Unesp/FCA
